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domingo, 16 de agosto de 2009

Três anos América Vermelha - FINAL !








Como começar este texto foi nossa dificuldade. O dom de escrever não consegue ser no mínimo parecido com a lágrima que escorre da face de qualquer colorado sempre que vemos ou lembramos 16 de agosto. Tudo que foi passado e percorrido teria que ser confirmado na noite chuvosa daquela quarta feira. Uma quarta feira histórica e 90 minutos de emoções intensas vividas por todos aqueles que têm o vermelho e branco correndo nas veias, e alegrias eternas depois do apito final. Apito final que demorou a acontecer não é Ani?

E como! Demorou 97 anos para os corações colorados, anciosos, escutarem aquele apito final. Uma história de luta, que há 26 anos não chegava à batalha final. Eis que chega o dia do combate. Para todos, o jogo que decidiria a vida de uma nação aflita, sedenta da América. Amanhece o dia em Porto Alegre e, junto com a aurora e com aquela chuva, os colorados se preparavam para a noite mais feliz de suas vidas. Todos confiavam, mas ainda teríamos um adversário cruel na nossa frente e um passo em falso poderia acabar com o sonho vermelho e branco. Muita aflição, Jonathan?

Aflição que era trocada por gritos e cantos da nação vermelha nos 4 lados do mundo. Aquela quarta-feira, digna de levantar taça, começou em si para nós, às 21h50min. Tudo parou quando os paulistas foram para o primeiro ataque e Eller mostrou com um carrinho, que aqui, quem ataca é o vermelho. A regra da noite era não ter bola perdida. E numa dessas que gritamos GOL. O mesmo Eller se aproveita da falha de Rogério Ceni, e no tumulto da área, sobra pro capitão colorado, que não desperdiça e manda no fundo dos "cordéis da cidadela tricolor". E agora tchê? Bandeiras coloradas tremulam em todos os lados. Tava “dimaaaaaais”, não é Ani?

Tudo estava dimaaaaaais até então: no placar geral estávamos vencendo com um placar de 3 a 1; tínhamos um verdadeiro inferno instalado no Beira Rio; o time adversário precisava sair pro ataque. Tudo estava se encaminhando para a realização daquilo que havia se tornado legado para todos nós. Mas você já viu alguma vitória sem luta, Jonathan? O colorado das glórias, que já tinha enfrentado tanta coisa para estar onde estava, ainda teve que engolir à seco o gol do Fabão aos 5 minutos. O jogo se tornara eletrizante, e todos os milhões de colorados não pararam de cantar, lutar e apoiar. O êxtase veio com aquele gol de Tinga, que nunca esqueceremos. Bola na rede, GRITAA torcedor! Internacional, guerreiro, está conquistando valentemente a AMÉRICA. Mas ainda passaríamos por mais alguns sustos, não é Jonathan?




É minha querida, e o susto veio logo em seguida. Por comemorar levantando a camiseta, o nosso 7 tomou o segundo amarelo, e em seguida o vermelho. Agora sim... A aflição, o medo e o nervosismo pairavam na cabeça de todos. Mas nem o empate dos paulistas quase no final do embate nos tirou o que desde a manha do dia 16 já era nosso. Acabou! Acabou! O Inter crava a bandeira colorada no topo da América. A alegria e a emoção ruge em nossos corações! Um título para a massa colorada, para Falcão, Bodinho, Tesourinha, Escurinho, Lucio, Fabiano, Dunga, Librelato, Tinga, Sóbis, Fernandão. E mais tantos que vestiram o manto vermelho. SOMOS CAMPEÕES DA AMÉRICA!! Mas todos sabem que não ficou por aí... Mas isso fica pra dezembro =)













por toda equipe do Nação GIGANTE

sábado, 15 de agosto de 2009

Três anos América Vermelha V


por Aniih'


O Jogo

A trajetória foi grande até aqui. Passamos por Venezuela, México, Uruguai, Paraguai. E nos encontramos no Morumbi. Com o atual campeão da Libertadores e do Mundo. Um grande adversário era preciso para uma grande conquista. Aquele dia que começou como todos os outros, terminou como poucos. Rafael Sóbis que o diga não é Ani?

Rafael Sóbis, nome glorificado por todos nós colorados, que brilhou naquele 8 de agosto como uma estrela alfa no céu. Estávamos, depois de 26 anos, em uma final da tão sonhada Libertadores da América. Apenas 180 minutos separavam o Internacional da realização de um sonho, que durava 97 anos.

97 anos que vinham em nossas cabeças como um filme nos primeiros 90 minutos. Chegávamos à conclusão que tudo, TUDO que passou anteriormente, foi como um filtro para decidir quem seria colorado e fiel para não abandonar o time em épocas que queimar a bandeira vermelha ou torcer pelo rival era modinha. Graças a Deus chegamos hoje com pele-vermelhas que o nosso amado Internacional precisa.

Chega o dia 09 de agosto, 21 horas e 50 minutos de uma noite fervorosa paulista. Em uma bola recuada para o Bolívar, que deu um passe para o Edinho e um lançamento para quem? Ele mesmo: Rafael Sóbis! Recebeu o lançamento, encarou o zagueiro e, quase caindo, bateu no canto direito do goleiro Rogério Ceni. Quase caindo, Sóbis começava a pintar a América de vermelho. E todos nós colorados, aflitos, mal esperávamos todas as consequências que aquele gol, aos 8 minutos do segundo tempo, iria vir.

É Ani, era tão incrível o que estava acontecendo, que custávamos à acreditar. Nosso mundo começou a mudar de uma forma incrível. O garoto de Erechim calou o Morumbi e o grito de "Vamo Vamo INTER" era escutado por todas as partes da América. E tinha mais. Sóbis queria mais. E depois de uma jogada tramada pelo ataque colorado, sobra no pé do iluminado que empurra para as redes do São Paulo. Era o 2º gol no Morumbi, e mais um tricolor se rendendo ao vermelho.

Mais que isso, Jonathan. Um tricolor rechaçado, humilhado, CALADO! De novo ele, Rafael Sóbis, acaba (literalmente) com o São Paulo, dentro da casa adversária. Um Morumbi lotado viu o Inter eternizar sua senda de vitórias. Ainda puderam ver o time paulista diminuir a diferença, mas nada seria capaz de abalar a confiança que todos estavam naquele fim de jogo. Agora, os colorados teriam que esperar 7 infinitos dias, para lotar o Gigante da Beira Rio e confirmar o que todos já sabiam.

Isso mesmo! Sabíamos que a taça de 2006 seria nossa. Mas a história de 16.08 fica pra amanhã não é Ani?

Claro, Jonathan! Prepare seu coração, afinal, amanhã são 3 anos da América Vermelha!

por Jonathan e Aniih'



por Wronski e Leonardo

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Três anos América Vermelha IV


por Aniih'


A Ida'

Depois do show colorado no Beira Rio naquela noite conta a LDU, estávamos frente ao Libertad, no Defensores Del Chaco. O time paraguaio liderado por Guiñazu, já havia eliminado da competição o Tigres do México e o grande River. Chegava motivado para essa semifinal, e por jogar em seus domínios, certamente partiria pro ataque sempre, já que seria embalado pela massa paraguaia.

Mas o que vimos, foi uma partida muito equilibrada, com muita marcação dos dois lados. Sóbis não comemorou e Renteria não pôde dançar o Ruque Raque. Mas a bola não passou pela meta de Clemer. Saímos de lá com um empate, sem gols é verdade, porém cada vez mais vivos na competição. Agora, precisávamos de uma vitória simples no Gigante para avançarmos à etapa final da maior competição sul – americana.

O sonho da América vermelha se tornava cada vez mais próximo. Mas antes precisávamos combater os paraguaios em Porto Alegre. A história da volta? Abaixo com Leo ;)
por Jonathan

A volta'

Estávamos na fase semi-final da Copa Libertadores da América 2006. O adversário é o ex-clube de El Cholo, Libertad do Paraguai. Depois do empate de 0x0 na ida em Assunção no Paraguai, o Inter tinha o jogo em casa para decidir-se finalista da Copa.

Naquele dia eu estava muito nervoso, não muito diferente do jogo contra a LDU, pelas semi-finais. Fiz todas as superstições coloradas possíveis e até as que eu inventei na hora do aperto (rsrs). Assisti aquele jogo no meu quarto, sentado na cama, com o rádio de pilha no meu lado esquerdo e o controle da televisão no lado direito e rezando muito.

Acho que a ficha de nenhum colorado caiu fácil naquele momento. Só de estar na semi-final da Libertadores já era algo gratificante para o Inter, que há anos não executava o tal fato. Toda essa gloriosa trajetória da Libertadores de 2006 foi tão rápida e inesperada que fez com que a ficha dos colorados demorasse a cair.

E dessa forma inesperada, chegamos à final. Fernandão deixou marcado o gol dele, como geralmente acontecia, e o Alex foi excessivamente melhor da partida. Conseguiu efetuar o motivo das cambalhotas em campo. Depois do jogo, chorando ele disse:
"Desde que cheguei ao Inter - em 2004 - tive muitas lesões, minha vida aqui sempre foi muito complicada, e fazer esse gol tão importante me trouxe uma felicidade imensa".

O iluminado INTER de 2006 estava na final da Libertadores. 2x0 e um banho de superioridade. Estávamos na final inesperadamente. E a ficha ainda não tinha caído.
Pela frente tínhamos o tal falado São Paulo, que não assustou-nos nem um pouco!
por Leonardo



por Wronski


Agora tudo é Morumbi =)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Três anos América Vermelha III



por Aniih'

A Ida

Nas vésperas de meu aniversário, queria muito mesmo uma vitória no Equador. Lembro bem do dia, em que vi toda a tarde se passar lentamente, até chegar a hora do jogo. O meu ritual era sempre o mesmo. Na época, morava perto de um campo de futebol, onde da janela do quarto de meus pais, podia ver a partida que corria por lá sagradamente em todo meio de semana. Casualmente naquele dia, se mostrava um time de branco e um de vermelho no querido gramado (não tão gramado assim), do América, onde se disputa o maior torneio amador no RS (é o que o narrador de lá sempre diz) no inicio de todos os anos. Fiquei vendo “aquilo” da janela por um bom tempo. Mas o jogo da noite pairava sobre minha cabeça, e não saia de jeito maneira. Seria, em tese, o jogo mais difícil desde o inicio da competição. Pela altitude do Equador, o adversário qualificado e por ser estarmos em uma reta final de campeonato.

Mas, um momento havia de chegar à hora do jogo. E chegou. Sentei na minha sala, com meu copo de FANTA e um pacote de trakinas. Liguei o rádio na Gaúcha, e comecei a rezar. Havia um dever de matemática para entregar no outro dia, tentava fazê-lo, mas sem sucesso. A partida se mostrava difícil, como era previsto, e até jogávamos bem. Postados no meio campo com segurança, e um time compacto.

O Inter abriu o placar com Jorge Wagner ainda no primeiro tempo com um belo gol de fora da área. Lembro de minutos depois, estar com um pano limpando toda a FANTA derrubada no chão e ouvindo minha mãe falando que não era hora de dizer “BUSCA FDP”... Pouco importava, só conseguia sorrir e cantar “Melhor Amigo” baixinho. PQP era gol fora de casa, e vitória! Bom, termina o primeiro tempo, e me trazendo de volta à realidade do futebol, comecei a fazer minha análise do que seriam os outros 45 minutos da guerra. Se segurássemos o placar, chegaríamos para a partida de volta muito bem. Mas como fazer isso?

Dessa vez passou rápido, e quando vi já tinha recomeçado o jogo. Estava terminando o meu dever de matemática e faltando 2 ou 3 trakinas para o “término do pacote”, quando o embate começou à tomar ares deprimentes. Antes de buscar mais um copo de refrigerante ou então calcular alguma coisa relacionada com regra de 3, estávamos atrás do placar.

Não queria mesmo perder aquele jogo. Mas qual colorado que queria? Mas aconteceu. Nossa primeira derrota na Libertadores. Comemorei meu aniversário com uma lágrima no rosto por perder, mas com um sorriso adormecido no fundo do meu peito por ter a certeza e a confiança que meu presente viria mais além.

É amigo, no GIGANTE é diferente. ;)
por Jonathan


A volta

Um dos jogos mais aguardados pela nação colorada chegou! Agora, o Inter precisara reverter um placar negativo, contra a importante equipe equatoriana LDU. Um resultado de, no mínimo, 1 a 0 levaria o Internacional á semi-final da tão almejada Libertadores da América.
A partida se inicia, os primeiros 45 minutos foram marcados pela disputa em campo, mas o gol não saiu. O Inter voltou para a etapa complementar com uma força emocionante, o Beira Rio estava explodindo. Todos acreditavam na classificação.
Classificação essa, que veio aos 6 minutos com um gol de Rafael Sóbis. Pensam que parou por aqui? NADA DISSO ! Rentería entra no lugar do autor do primeiro gol colorado para, após um lançamento de Jorge Wagner, fazer um golaço. Depois de completar a festa no Gigante, Rentería ainda comemorou no estilo saci, símbolo do clube! Internacional acabara de completar mais um passo rumo ao título, agora teria que passar pelo Libertad do Paraguai para chegar à final da tão sonhada competição.
por Aniih'


Vai marcar o gol .. atiroo

GOOOL





Ele deu por coberturaa ..

ADIVINHEEEEE

por Wronski e Leonardo

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Três anos América Vermelha II


por Wronski

A Ida
'


Quase 10 dias depois de terminarmos a primeira fase na liderança do grupo 6, voltávamos ao Uruguai contra aquele mesmo Nacional. Na fase classificatória havíamos empatado com eles em 0 a 0 no Centenário, em Montevidéu. No Gigante, 3 a 0. Havia um pouco de rivalidade na partida e o nível de dificuldade se tornava maior, a partir do momento que os uruguaios não queriam perder mais para nós, principalmente em uma eliminatória.

A dificuldade esperada aumentou quando os donos da casa abriram o placar com Vanzini. Tínhamos que correr atrás e buscar no mínimo um empate para trazer tranquilidade pro Beira Rio no jogo de volta. Nosso prejuízo durou menos de 20 minutos, pois Jorge Wagner empatou no fim do primeiro tempo, com sua maestria em cobrança de faltas.

Segunda etapa, aparece a estrela de Renteria. Ele substitui Sóbis. Narrar o gol dele? Só o Ataque Colorado pra narrar: “No Uruguai recebeu um passe do Fernandão, veio o zagueiro ele deu um balãão... E sem deixar ela cair, PEGO NA VEIA, É GOL DO SACI ♫”

2 a 1, Ruque Raque tipo Colômbia em Montevidéu, e na volta à Porto Alegre a vitória e a raça de virar mais uma partida presentes na bagagem colorada.

Dia 03/05 no Gigante, a volta.

por Jonathan


A volta'.

Tudo parecia estar muito bem encaminhado. Mas levamos um considerável susto no dia 3/5/2006. Depois de um grande 2x1 de virada no jogo de ida, tínhamos que administrar o resultado em casa. Em um jogo de Beira-Rio lotado e torcida empolgada, o que mais valeu foi o resultado aceitável e importante. Um 0x0 muito agradável, que nos levou às quartas-de-final dessa importantíssima competição continental. Chegamos perto de sofrer alguns gols, menos mal que a sorte estava do nosso lado. Este foi daqueles empates que a torcida vê como vitória e que sempre exalta sua importância. Estávamos chegando na reta final da competição e tudo estava parecendo cada vez mais complicado, mas nunca inalcansável. Emfim, estávamos nas quartas.

por Leonardo




por Aniih'


P.S.[2 : Devido a grande carga horária de serviço dos 4 adm estamos com um probleminha em postar antes das 23h. Mas está aí =)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Três Anos América Vermelha I

por Aniih'


BOOOM. Clemer é atendido na Bombonera, clima pesado e todas as coisas que pareciam estar indo certo se viraram contra nós. Éramos desclassificados da Sul-Americana pelo Boca, depois de estarmos na frente do placar. Mais e mais piadas sobre nossas desgraças em jogos internacionais eram destoadas contra nós. Todo tipo de discussão relacionando qualquer campeonato, jogo ou alguma flauta com nossos rivais, acabava nisso. “Blá- blá- blá, Libertadores, só ganha Gauchão”...

Mas um dia isso tinha de acabar. O time que começava a vencer jogos, e que realizava campanhas dignas de um grande clube de futebol, tinha que ganhar um título internacional. Para jogar na cara dos nossos rivais? Talvez caro leitor (a), para eles não terem mais desculpas e com o que falar com sua arrogância de imor(t)al. Mais principalmente para nós. Que tanto sofríamos em épocas como as da década de 90, e que apenas colorados acreditavam que um dia isso ia mudar.

Em 2005, chegamos em 2º lugar no Brasileiro, e gritávamos a 4 cantos que roubaram o nosso Tetra campeonato. De uma forma medíocre, insana e repugnante daqueles que mandam no futebol, arbitragem, mídia e tudo mais. Éramos reduzidos a nada, por terem feito aquilo com nós. Nenhuma atitude foi tomada e ficou por isso mesmo. O que nos restou naquele ano e ano seguinte? Depois de 13 anos disputar a Libertadores, mas nada de comemorar vaga. Aquelas adagas atiradas contra nós há quase 100 anos por nossos rivais e a raiva de perder um Brasileiro para a máfia do apito e Cia, teria que ter volta.

E começamos dia 16/02/06 a traçar um caminho por nossa dignidade. Com o 1 a 1, voltamos da Venezuela com 1 ponto, em um jogo que fomos melhor que o Maracaibo. Muitos “torcedores” já começaram a desacreditar e pensar que o Inter não iria longe.

No primeiro jogo no Gigante da Beira Rio,quase 32 mil torcedores apreciaram o show que a equipe colorada deu nos uruguaios. 3 a 0, primeira vitória na competição, sobre o Nacional, time de tradição. A confiança foi elevada e já pensávamos no último jogo de ida da primeira fase, contra o Pumas, no Estádio Universitário, na Cidade do México

Dia 8 de março, foi realizada a partida que nos encaminharia para uma ótima segunda fase. Porém, tomamos um gol no fim do primeiro tempo e saímos derrotados na primeira etapa. Não poderíamos perder aquele jogo, valia nossa afirmação no campeonato. E não perdemos. Renteria e Fernandão viraram a partida, mostrando a força do time fora de casa, e principalmente o poder de reação do vermelho. Com 7 pontos, tínhamos mais 2 partidas em Porto Alegre e começávamos a crescer na competição.


Em uma bela noite de quarta-feira, contra aquele mesmo Pumas no Beira Rio, conseguimos fazer a confiança de todos torcedores aumentar ainda mais. Mas vencemos de virada novamente, isso é consequência da qualidade e determinação do nosso grupo, mas isso também deixava-nos super preocupados. Foi uma virada linda e emocionante. 3x2, com direito a gol até do tão criticado Michel.

Agora, com torcedores confiantes e cautelosos nas opiniões, enfrentaríamos o uruguaio Nacional, lá em Montevidéu. O jogo foi em uma das datas mais importantes da história do nosso clube, 4 de abril. Nós aniversariantes, enfrentamos um jogo dificílimo lá na terra uruguaia. Felizmente conseguimos um empate de 0x0 lá e mantivemos a liderança do grupo contabilizando 11 pontos , ficando muito próximos da classificação para a oitavas-de-final da maior competição do continente sul-americano.

A batalha seguinte tinha como adversário, o mesmo que marcou a estréia do Sport Club Internacional na Libertadores 2006. Os venezuelanos de Maracaibo achavam que iriam chegar em Porto Alegre para conseguir uma vitória ou uma empate contra o líder, mas o acontecido foi super ao contrário. Tomaram uma linda goleada no Beira-Rio, que carimbou o passaporte para às oitavas de final. Grande jogo de classificação no GIGANTE, torcida estava começando a crer que o nosso amado COLORADO era um fortíssimo candidato ao título. 4x0 para o Inter e um banho de bola, com direito a gol do nosso importante GENERAL Bolívar. Nosso sonho estava começando a se aproximar da realidade.

Tu és meu melhor amigoo, vamo vamo meu Inter ♫

por Jonathan e Leonardo




por Wronski



P.S. Pedimos desculpas pelo atraso =/

domingo, 9 de agosto de 2009

Três Anos América Vermelha

Como todos sabem (ou estão sabendo agora =D), no domingo que vem se completa três anos desde que que a América se tornou vermelha, e cada canto rugia o nome Internacional.

Nós do Nação GIGANTE, não podemos deixar essa data passar em branco. Em uma reunião realizada há pouco com os queridos admnistradores, resolvemos fazer dessa semana especial. Vamos relembrar e levar até você: como foram os jogos, fotos e vídeos de toda a caminhada que nos levou ao topo da América.

O especial, será dividido em: "fase de gupos, oitavas, quartas, semi, final ida e final volta".
Para ter o "toque" de todos que fazem o Nação em todas as partes, nos dividimos para cada tarefa. Assim, teremos um post para cada divisão, com a "mão" de todos no mesmo.

Ani cuidará de toda a parte de fotos, Wronski é responsável pela parte de vídeos, Jonathan (eu :D) e Leonardo farão todos os textos.

Então, para melhor explicar, serão publicações coletivas, que ficarão prontas em partes, devido ao tempo de cada admnistrador. Sendo assim, o post ficará completo antes das 23h do dia em que foi publicado.

Serão 6 partes, como foi citado acima, em dias aleatórios da semana.

Amanhã começará, com toda a fase de grupos.
Esperamos que gostem, e se ficou alguma dúvida, comente nesse post mesmo.

Até e saudações alvi-rubras!